Volta ao Mundo: as escolhas da Mia

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A Mia faz quatro anos este mês, viveu em dois países, caminhou em cinco continentes do mundo, cruzou ou banhou-se em quase todos os oceanos e tem no passaporte 16 carimbos. Um “currículo” de viajante extenso mas que não dá resposta a uma pergunta que nos fazem muitas vezes: “Como é que uma criança de três anos aproveita essas viagens?”

A verdade é que não sabemos, só o tempo o dirá. Muitos amigos e conhecidos disseram que seria “um desperdício porque ela não se irá lembrar de nada”; outros garantiram que seria “uma oportunidade única, o melhor jardim infantil do mundo”. Ambos estarão certos mas não pensámos em nada disto quando nos lançámos à aventura. Queríamos ir realizar um sonho antigo, viajar à volta do mundo durante vários meses mas tínhamos uma filha. Simplesmente apagámos o “mas” da frase e apanhámos o avião.

A Mia tinha três anos quando começámos esta viagem de volta ao mundo. Depois de ter vivido praticamente toda a (curta) vida dela em Angola estava mais do que habituada a viagens de avião e de carro, a mudanças de casa, de ambiente, de pessoas, e isso nunca foi um problema. Continuou a ser assim durante a nossa volta. Podemos mesmo dizer que viajar com ela, tirando as alturas mais aborrecidas em que ficou doente na América Latina, foi mesmo muito fácil.

Mostrou-se sempre feliz durante toda a viagem, curiosa com os animais e com a natureza, desenvolta no dia-a-dia, uma resistente nas longas caminhadas que fizemos na Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos, aprendeu palavras e frases completas em inglês e em espanhol, partilhou camaratas com desconhecidos e portou-se melhor que gente grande, sentiu saudades dos amigos que deixou para trás mas entusiasmou-se sempre para fazer novas amizades de todas as idades e idiomas. Tivemos também muitas birras à mistura, claro, viajar com crianças não é nenhum mar de rosas, já aqui o escrevi. No geral, não terá sido “um passeio no parque” mas foi um belo passeio no mundo.

Já no último mês de viagem, a brincadeira recorrente (leia-se insistente até à náusea) era “brincar às escolas”. Vinha perguntar-me: “Professora, onde está o cacifo para deixar a mochila?”, “Professora, quais são as actividades depois da sesta?”, “Professora, hoje temos aula de inglês ou ballet?”… Começámos então a perceber que sentia muito a falta de todas as dinâmicas escolares de grupo que a vida de uma família de três não permite. Durante todo o tempo disse gostar muito de viajar: “Estar de férias com os pais é muito bom!”, repetiu várias vezes, mas quando chegou a Londres para visitar a tia, confessou: “Ainda bem que a viagem acabou! Já estava um bocado cansada”.

E agora, no regresso a Portugal, podemos dizer que é dos três a que melhor se adaptou à sua nova circunstância. Nós andamos por aqui um bocado “aos papéis”, a tentar organizar-nos, a reconhecer uma Lisboa de que gostamos muito mas onde já não vivemos há 7 anos e a pensar no regresso ao mercado de trabalho. Por seu lado, a Mia já está na escola, ainda por cima uma escola nova mas para onde vai e vem feliz todos os dias. A viagem é ainda tema recorrente nas nossas conversas do dia-a-dia, nos livros que trouxemos, nos vídeos que procura no meu telemóvel. Vai ser assim por muito tempo, acredito.

Mas, e afinal, do que gostou mais a Mia numa viagem de seis meses ao longo de quatro continentes e oito países? 

Esta lista de preferências foi elaborada com base nos lugares e nas pessoas de quem ela mais fala e recorda até hoje, e com base naquilo que a fez vibrar na altura em que aconteceu. São as escolhas – possíveis – de uma criança que, aos quase 4 anos, já deu a volta ao mundo.

1. Saltar com os cangurus, Austrália. Ainda antes do voo inicial desta viagem de volta ao mundo, quando ainda estávamos em preparações, os cangurus foram utilizados como “isco” para motivar a Mia em relação à viagem. Tanto falámos dos famigerados cangurus que ela acabou por ficar obcecada em encontrar os animais que transportam os filhotes numa bolsa. Primeiro fomos vê-los no Taronga Zoo, o Jardim Zoológico de Sidney mas divertido mesmo foi quando pode saltar com eles em campo aberto na Phillipe Island, próximo de Melbourne como se vê no vídeo.

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2. Correr e jogar à bola com as crianças da aldeia de Navala, Fiji. Depois de mais de um mês a viajar apenas connosco numa caravana pela Nova Zelândia a Mia estava ansiosa por brincadeiras com crianças da idade dela. Assim que chegámos às Fiji decidimos, por mero acaso, fazer uma visita a uma aldeia pitoresca nas montanhas de Viti Levu, a ilha principal do arquipélago. Logo apareceu um bando de crianças a quem a Mia quis impressionar. Soprámos a bola do mundo que trouxemos de Portugal, uma das nossas mascotes durante a viagem, e a felicidade foi total. (Podem ler mais sobre este dia feliz aqui).

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3. Ir à natação com um amigo australiano, Umina Beach, Austrália. Na chegada à Austrália queríamos descansar e decidimos arrendar quarto em casa de uma família australiana durante uma semana num subúrbio a norte da cidade, em Umina Beach. Uma opção delicada mas económica e a pensar na Mia. Correu-nos bem e fomos parar à casa na praia de uma família composta por um casal da nossa idade e quatro crianças dos 6 meses aos 10 anos, cães, galinhas, um galo e um gato. Ir à natação com o Jimmy, o miúdo da casa que tinha a mesma idade do que ela é uma das memórias que guarda até hoje.

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IMG_3625Não temos fotos da piscina da natação mas nesta de água salgada também se estava bem

4. Viver durante um mês inteiro numa caravana, Nova Zelândia. Este tinha sido outro dos “iscos” motivadores para a Mia se envolver na viagem: viver numa casinha sobre-rodas como a de brincar que ela tem. A nossa caravana fez grande sucesso e, até hoje, a Mia fala daquele mês na Nova Zelândia. No dia da despedida gravámos este vídeo em que ela apresenta “aos amigos” a nossa companheira de estrada.

 

5. Dançar e ouvir música nas festas de San Ignacio de Moxos, Bolívia. Ouvimos dizer que as festas de Santo Ignacio de Moxos eram as mais “loucas” da Bolívia e de toda a selva amazónica e que seríamos “loucos” se estivéssemos na Bolívia nessa altura – final de Julho – e não fossemos ver para crer. Um desafio destes não se recusa e lá fomos nós, primeiro para uma pequena povoação chamada Rurrenabaque onde nos cruzámos com um português que gere um hostel (essa história fica para outro dia), e depois de carro por estradas de terra batida até San Ignacio com uma alemã com quem partilhámos quarto de hotel durante vários dias. Por aqui, a Mia ouviu atenta e deliciada a um concerto de música barroca de fazer arrepiar e dançou com os mascarados nas ruas.

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6. Ser mimada pelo staff do hostel onde ficámos a dormir em Rangum/Yangon, Birmânia. Os birmaneses são de uma simpatia única e com uma criança a tiracolo toda a ternura e curiosidade multiplicam-se. As ultra simpáticas funcionárias da pensão onde ficámos vários dias em Rangum trataram de incentivar o comportamento de barbie-diva-princesa desta t(hr)eenager pintando-lhe as unhas de mãos e pés e colocando-lhe no rosto thanaka (um creme cosmético amarelo e pastoso que se mistura com água e é típico do país). Ainda hoje guardamos o frasquinho cor-de-rosa que lhe ofereceram e a Mia adora lambuzar-se. Sempre que faz isso é como voltar à Birmânia, um país que nos surpreendeu e onde fomos muito felizes.

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7. Brincar no autocarro do gato no Museu Ghibli em Tóquio, Japão. Durante muito tempo sempre que lhe perguntávamos o que mais ela estava a gostar na viagem a resposta vinha de rajada: “O autocarro do gato!”. A história remonta a Luanda quando, ainda longe de saber que viríamos ao Japão, o Francisco apresentou-lhe uns desenhos animados japoneses chamados O Meu Vizinho Totoro do mestre de animação Myazaki Hayao. Por isso, o Museu Ghibli, desenhado por Myazaki, no subúrbio de Mitaka era paragem obrigatória. Uma tarde inesquecível que perdura na sua memória, para ela o Japão será sempre o lugar onde está “a casa do Totoro”. Mais aqui.

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8. Caminhar oito quilómetros em Kata Tjuta, Austrália. Acordámos antes das seis da manhã para ir ver o nascer do Sol a Uluru e seguimos depois para Kata Tjuta para fazer algumas das caminhadas. Começámos pelo Vale dos Ventos, um trilho de mais de sete quilómetros a andar por montes e vales, a subir rochas, a caminhar em cima de pedras por onde um dia já correram as águas de rios. A ideia era ir até ao primeiro miradouro e voltar para trás mas a Mia estava com toda a genica e tão contente por poder subir pedras e mais pedras que fomos continuando. Fizemos o trilho até ao final, inaugurando uma série de caminhadas épicas que continuaram no frio da Nova Zelândia e no calor dos Estados Unidos. Ficámos tão maravilhados com o caminhar na natureza com crianças pequenas que escrevi este texto para ajudar outras famílias na mesma “onda”.

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9. Brincar no Parque do Povo em Rangum/Yangon, Birmânia. Uma lição que aprendemos logo no início da viagem foi que, para o bem-estar de todos, iríamos passar muito tempo a “pastelar” nos parques infantis das cidades. Por muito que nos custasse não estar a aproveitar locais mais entusiasmantes, a Mia queria (e precisava) de brincar com meninos e meninas da idade dela, como aconteceu no Parque do Povo em Rangum, antes de conhecermos a dourada Shwedagon Pagoda (ficou fora do nosso Top 20 e é uma injustiça imperdoável). Sobre este programa quotidiano escrevi na altura este texto.

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10. Andar de caiaque nas Yasawas, Fiji. Os dias que passámos nas ilhas Yasawas foram dos mais felizes e despreocupados de toda a viagem. Um dos rituais preferidos da Mia era quando subíamos para dois caiaques: ela com o Francisco, eu noutro com as máscaras de mergulho e as barbatanas. Depois era remar 15 minutos e estávamos numa praia só para nós com água cristalina à superfície e, debaixo, um jardim de corais povoado por peixes exóticos. Mesmo com o caiaque a virar uma única vez – a foto pré-documenta – a Mia não perdeu o entusiasmo.

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11. Ver o peixe “Nemo” na Grande Barreira de Coral, Austrália. Era mais outro “isco” e atrás dele veio o peixe “Nemo” que a Mia tanto queria ver. O “Nemo” é nada mais nada menos do que o peixe-palhaço, um pequeno peixe marinho que forma parte da paisagem dos recifes de coral. Durante a nossa passagem pela Barreira de Coral explicaram-nos que esta espécie tem uma particularidade: quando a fêmea morre, o macho transforma-se em fêmea. Isto deita por terra todo o argumento do famoso filme da Pixar e, por isso, saltámos a tradução à Mia desta parte.

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12. Andar de motocicleta nos templos de Bagan, Birmânia. Esta transitou do top mais dos adultos, foi uma grande maluquice e até mesmo indo ao chão uma vez (a mota estava quase parada e, por isso, não houve consequências) a Mia quis continuar a “acelerar” pela planície birmanesa. Ainda hoje comenta como “foi divertido”. É daquelas experiências que, dependendo de mim, ela só voltará a repetir quando for maior de idade e sob o meu protesto.

 

13. Andar de barco na Amazónia, Bolívia. Foi uma das partes mais radicais de toda a viagem e ainda escreverei com o devido detalhe sobre esta jornada. A selva amazónica boliviana está dividida entre a selva e as pampas. Rios infestados de crocodilos como nunca vimos, mais piranhas, golfinhos e tartarugas. Nas margens ficam as capivaras, os pumas e esvoaçantes araras em tons de vermelho e azul. O vídeo mostra o entusiasmo da Mia.

 

14. Brincar às escondidas com os jactos de água e arco-íris em Punakaiki, Nova Zelândia. Punakaiki é uma Boca do Inferno no Guincho multiplicada por dezenas. Na maré cheia as ondas pujantes vindas do mar avançam com toda a força pelos tunéis estreitos que existem nas rochas e sobem através dos poços verticais, jorrando colunas de água que explodem no céu. A Mia delirou. Ficava perto de mim à espera que viesse a onda e quando a coluna de água começava a subir, ela fugia. “Mãe, não quero ir embora! Isto é espectacular!”. Além de termos estado em Punakaiki na maré cheia, uma sorte, tivemos também um dia de Sol, uma sorte a dobrar, o que significou que cada vez que uma onda subia, aparecia à nossa frente um esplendoroso arco-íris. E como havia muitas ondas e muitos buracos nas rochas, para cada lado que olhávamos estava um arco-íris, alguns em simultâneo. Mais sobre a magia desta rainbow-machine aqui.

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15. Dançar na praça principal de Cusco durante as festas da independência e pegar ao colo ovelhas bebés, Perú. A 28 de Julho celebra-se o Dia da Independência no Perú. Nessa altura já estávamos a caminho da Bolívia mas ainda assistimos aos preparativos e aos ensaios que antecederam as comemorações desse dia em Cusco. Esta cidade – linda – foi fonte de muitas alegrias para nós: aqui vimos mulheres quechua a passear lamas magníficos pela trela como meros animais domésticos, delirámos com as cores e os brilhos dos trajes típicos, vimos Portugal ganhar o campeonato da Europa na companhia de um jovem casal do Porto. A Mia entrou na euforia e, apesar de uma ida ao médico, fez parte dos ensaios e dançou alegremente na imponente Praça de Armas de Cusco. Pegar ao colo ovelhas bebés foi outro dos pontos altos da viagem.

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16. Tocar charango em Pisac, no Vale Sagrado dos Incas, na companhia de novos amigos, Perú. Estivemos na cidade de Pisac para as festas de La Virgem del Carmen e ficámos alojados numa pensão familiar. Em conjunto com os netos dos donos a Mia fez parte do mais jovem agrupamento de sempre de world music com elementos de Portugal e Perú. Kyara, 3 anos, no tambor, Jhanpier, 7 anos, no pututu (instrumento inca feito com caracol do mar) e Mia, 3 anos, no charango (feito de carapaça de tatu/armadillo). O som pode não ser brilhante mas tenham em conta que, com estas idades, a margem de progressão é enorme.

 

17. Dançar com a raposa do filme Zootopia/Zootropolis na Disney World, Estados Unidos. Foi num dia de chuva na cidade de Wanaka na Nova Zelândia que nos metemos numa das salas de cinema mais adoráveis de sempre. O filme era o Zootopia e a Mia ficou fã desta raposa que começa a história como vilã mas acaba a ajudar a heroína. “Somos responsáveis por aqueles que cativamos”, diria uma outra raposa – a do Principezinho – e, por isso, este encontro alguns meses mais tarde na Disney World em Orlando, deixou-a em êxtase.

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18. Soprar bolas de sabão na Praça Central de Pisac, Vale Sagrado dos Incas, Perú. Ela aproxima-se de um grupo de meninos, a timidez não mora aqui, e ficam horas na plaza central de Pisac na companhia de um brinquedo artesanal. Coisas simples: uma caixinha de plástico com uma mistela líquida cor-de-rosa mais um arame fino preso numa palhinha. Haverá brincadeira mais universal do que soprar e correr atrás de bolinhas de sabão? Aconteceu em Pisac para onde fomos à procura das festas religiosas de Mamacha Carmen ou La Virgen del Carmen e encontrámos muita dança, trajes coloridos ao bom estilo de um cortejo de Carnaval, desfiles de burros, de lamas e de homens com máscaras de tigre e cabeleiras postiças e fogo de artíficio no final da festa. Mas os amigos que a Mia fez foram o melhor da festa.

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19. Brincar nos museus, Austrália e Nova Zelândia. Visitar museus foi um programa frequente na viagem quando estivemos nas cidades da Austrália e da Nova Zelândia. A Mia adorou mas não foi por acaso, australianos e neozelandeses esmeram-se para tornar a experiência enriquecedora para toda a família: desenham roteiros específicos com a localização das obras mais susceptíveis de agradar aos miúdos; nas placas informativas/legendas que acompanham cada peça há, quase sempre, a explicação geral e uma explicação “para crianças” com uma abordagem simples, divertida e que lança uma questão ou jogo para os pequenos “interagirem” com a obra. Por vezes, têm também actividades próprias e salas no museu específicas para as crianças a decorrer em simultâneo com a exposição “para crescidos”. Mais sobre ir a museus na companhia de crianças neste texto.

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20. Brincar no parque infantil mais bonito (e elevado) do mundo, La Paz, Bolívia. Sabíamos que havia um miradouro naquele lugar. Quando lá chegámos percebemos que havia também um parque infantil para o qual se pagava entrada. Apesar do valor muito baixo este seria um dos lugares onde, sem a Mia, voltaríamos para trás. Sem a Mia tínhamos perdido as vistas magníficas para as montanhas cobertas de neve e para toda a cidade. Além disso, o parque estava cheio de famílias bolivianas a fazer piqueniques para os quais nos convidaram e fazer parte do quotidiano de um Sábado em La Paz foi inesquecível.

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10 pensamentos sobre “Volta ao Mundo: as escolhas da Mia

  1. Digo-vos amigos, Joana e Francisco, a Mia fica com uma pedalada. Grande aventura.

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  2. Adorei, e realmente ela está uma mulherzinha!!! Ela quase a fazer 4 anos e eu mais uns poucochinhos 😀

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  3. Está provado que a personalidade se define durante os primeiros anos de vida. A Mia pode não reter memória destas viagens mas vai ficar com uma capacidade de lidar com pessoas e situações diferentes que a maioria das outras crianças não tem.
    Adorei o top 20 da Mia! Ainda bem que tiveste esta ideia. De facto, as crianças têm uma visão diferente… É giro comparar a vossa lista com a dela.
    Vê-se que ela se divertiu imenso! Parabéns!

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    • Têm mesmo uma visão diferente e divertem-se com outro tipo de coisas, como é normal, mas acho engraçado ver como todos nos podemos divertir a fazer os mesmos programas (umas vezes mais, outras menos :)) Beijinhos e obrigada pela força e energia

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  4. Adorei este Top da Mia e, apesar da notória diferença de idades, fiquei com vontade de fazer tudo! 🙂 Beijinhos aos 3****

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  5. Filipe Silveira

    Que experiência, Joana! Tenho certeza que se vai lembrar de muita coisa, nem que seja com a ajuda das fotos e vídeos. O nosso Tomás não foi além de Madrid! Estamos a ganhar coragem para uma viagem maior, cá das nossas. Boa sorte no regresso!

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