Vídeo: Glaciar Franz Josef, Nova Zelândia

Entre o branco da neve e o azul do gelo eis uma parte do nosso voo rasante sobre o Glaciar Franz Josef, na Ilha Sul da Nova Zelândia.

“A partir daí, o helicóptero começou a ziguezaguear pelos céus enquanto à nossa frente se abria um manto branco, cascatas de uma massa compacta a descer por um vale, como um rio de gelo em direcção ao Mar da Tasmânia, que fica a cerca de 20 quilómetros. Sobrevoámos depois a área imensa onde o gelo vai acumulando-se em blocos enormes fragmentados e gretados formando esculturas impressionantes. O frio e os desportos de Inverno nunca me seduziram por aí além mas ver todos aqueles pináculos de neve e gelo em tonalidades entre o branco e o azul é algo de mágico. O helicóptero desceu e poisou depois em plena “planície” de gelo. Colocámos os crampons e começámos a nossa caminhada”.

Mais sobre a nossa aventura no Glaciar Franz Josef neste post.

Glaciar Franz Josef: subida ao reino do gelo

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Quando nos preparávamos para vir até à Nova Zelândia fomos pedindo dicas a amigos e conhecidos para traçar o nosso itinerário. As respostas eram quase sempre as mesmas: “Ah, a Nova Zelândia, o meu país preferido…”. E que sítios recomendam? “Qualquer um…na Ilha Sul, sobretudo, basta andar de carro e todos os lugares são lindos”. Na altura pareceu-nos uma descrição um pouco vaga mas estando aqui entende-se o que queriam dizer.

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No país das maravilhas… e das ovelhas!

FullSizeRender(1)Há uma ovelha negra neste rebanho

Há duas ideias generalizadas sobre a Nova Zelândia: 1. As paisagens naturais inacreditáveis de montanhas, florestas, lagos, fiordes, praias e vulcões e 2. Ser um país onde há elfos, anões, hobbits e orcs – ah não, isso foi só quando filmaram cá O Senhor dos Anéis! – ser um país, escrevia eu, onde há mais ovelhas do que pessoas. Confirma-se tudo mas, para já, ficamos por este segundo ponto.

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“Pai, não podes beber cervejinha!”

Estamos em Queenstown, Nova Zelândia, capital mundial do turismo de aventura. Montanhas com os cumes cobertos de neve, lagos e ribeiros, paisagens imensas e espectaculares – O Senhor dos Anéis também andou por aqui -, onde se pode fazer ski, snowboarding, jet boating, rafting, bungy jumping, skateboarding, skydiving e paragliding, ou seja, uma série de desportos cujos nomes já são complicados o suficiente e que, no final, sabemos bem que “vai ser de gritos”.

O mais radical que fizemos até ao momento foi subir no teleférico até ao Bob’s Peak, um dos pontos mais elevados com uma vista soberba sobre a cidade e as montanhas à volta.
Um “elevador assustador” que “afinal não era assim tão assustador” e onde a Mia descobriu um sinal que manda o Pai “não beber cervejinha”, criando uma confusão familiar na interpretação da sinaléctica. Está no vídeo.